Recomeçar...
É sempre uma incógnita? É a razão
matemática mais difícil de meu coração. Talvez seja tarde demais eu penso.
Boicoto o meu coração no mínimo um milhão de vezes, antes de me perguntar por
quê não? Fecho os olhos e inspiro como se pudesse materializar os anseios do
meu coração numa fração de segundos. Naquele exato momento onde tempo e espaço
se tornam secundários. Inspiro o perfume que me faz sonhar, o perfume que
deleita em minha alma a bambina que aquece o meu coração congelado pelo tempo. E
tudo passa a fazer sentido porque a alma harmoniza a melodia que o coração
timidamente começa tocar. Os olhos procuram e encontram, encontram e procuram
como se tivessem todo o tempo do mundo. Mesmo sabendo que no fundo temos pouco
tempo. Pontos em comum se cruzam em paralelas fazendo desaparecer toda a lógica.
Simplificando tanto para depois confundir ainda mais, pois nem sempre
conseguimos compreender aquilo que é tão simples. A minha visão se turva diante daquilo que é
tão óbvio, se recusa a compreender aquilo que o coração entende com tamanha
facilidade... À noite me abraça e o dia
me inquieta, aonde construo e desconstruo as pontes que me ligam ao universo
frágil e surpreendente de um coração. Quanto tempo ainda tenho? Quando ouço a
melodia que meu coração produz sei que não tenho muito tempo, mas o suficiente
para ir em busca do meu “elo perdido” me entregar ao olhos e me perder no
sorriso... Cabelos ao vento fazem trilhas no labirinto do meu coração...
Olá pessoal este blog é um ponto de encontro a todos que amam a literatura, a arte e a cultura. Cantinho reservado para textos, diálogos, crônicas...
terça-feira, 8 de abril de 2014
quarta-feira, 5 de março de 2014
Centelha Mágica
Preciso conseguir superar esta fase. Eu sou forte, mesmo com todas as fragilidades que tento ocultar, afinal sou humano. Mas eu sei que posso superar, melhor sei que sou capaz de superar. E superarei porque ainda não perdi a fé que habita em meu coração. Não importa aonde esteja ou aonde quer que eu vá, ela está ali quase invisível oculta entre as nuvens escuras, mas ela sempre esteve ali. Entretanto toda fé não pode ser inerte... Preciso agir para que ela não se torne apenas mais um elemento bonito... Apenas a centelha mágica distante de nossa realidade. Entretanto entre a fé e a ação há um longo caminho a se percorrer... Caminho este que apenas as pessoas que possuem coragem são capazes de percorrer...Sabemos que o caminho é longo e cheio de obstáculos os quais nos farão sucumbir caso não tenhamos firmes os nossos propósitos. E dos obstáculos ao longo do caminho sempre podemos "extrair" algo positivo, afinal este é o propósito deles existirem. E cabe a cada um descobrir o positivo no negativo, a experiência na dor para frutificar o amor...O mistério da criação na simplicidade da vida...Os passos por onde percorri o vento já os apagou mas os caminhos permanecem vivo em meu coração. Nas curvas da saudade, nas esquinas do medo, nas estradas do desconhecido, nas ruas da paixão, nas avenidas do amor, nos corredores gelados, nas madrugadas frias. Todos eles são um pedacinho de mim espalhados nas "areias do tempo", e me fazem ter a certeza de que estou no caminho certo. E acreditar no poder que a viagem nos trás, não desmerecendo a importância do destino. Pois a viagem é mais importante que o destino.
domingo, 9 de fevereiro de 2014
Happiness Is A Warm Gun
Ontem como quase todos os dias do verão carioca fazia um calor escaldante... Não sei exatamente, mas acredito que passava dos trinta graus afinal a cidade é quarenta como diz a canção. Caminhava sob um sol forte passando por uns poucos transeuntes que por necessidade se aventuravam caminhar sobre o domínio de quase quarenta graus e sensação térmica superior.
Caminhava imerso em meus pensamentos e a medida que se aproximava de um casal deitado sobre a cama de papelão encostada no muro da calçada. Interrompi meus pensamentos e me concentrei no jovem casal a minha frente. O calor era insuportável, e os dois ali deitados como se fossem um casal de namorados em sua cabana no seio da floresta. Carinhosamente o rapaz passou a mão nas pernas da companheira, e ela tratou logo de tira-la, na defensiva.
Ela o fez de uma maneira, nem tão rápida demais para não parecer grosseira, e nem tão lenta para não demonstrar tão explicitamente. mas não pude deixar de registrar o ato de carinho, e nem tampouco o leve sorriso no rosto da mulher. "Da fêmea que controla e deixa ser controlada" deixei um leve sorriso aparecer em meu rosto e interpretei aquela tirada de mão como se ela dissesse: "Aqui não as pessoas estão olhando, agora não... Seu danadinho", mas ao mesmo tempo era como se ela dissesse: "Vai... não tira a mão daí não... Também quero..." com aquele jeito que só as mulheres sabem fazer.
Um pequeno gesto realizado por um casal de namorados, moradores de rua. Um pequeno gesto em meio a adversidade, um pequeno gesto de carinho, uma pequena demonstração de amor é capaz de mudar a paisagem. Onde havia um casal de sem tetos, vivendo na penúria total de suas vidas "sem sentido", mas capazes de amar. A necessidade de afeto, demonstrações de carinho é uma necessidade humana. Não importa quem você é, ou a qual grupo pertence.
O sol não é apenas um ponto amarelo na imensidão do firmamento. Mas o firmamento é grato por por ter um sol em seu "mundo". Assim como é grato pela luminosidade da lua que enfeita as noites escuras. Pus um sorriso no rosto e segui meu caminho...Deixei para trás o casal de enamorados que talvez não enxergasse a vida como eu enxergo... Mas algo nos unia... Algo nos fazia humanos e ao mesmo tempo deuses...No mistério da criação ri, no sol escaldante compreendi que os valores se consolidam nos pequenos gestos onde haja amor... E o que me unia aquele casal, que aos meus olhos eram tão diferentes e em uma situação tão adversa era a capacidade de amar....
Caminhava imerso em meus pensamentos e a medida que se aproximava de um casal deitado sobre a cama de papelão encostada no muro da calçada. Interrompi meus pensamentos e me concentrei no jovem casal a minha frente. O calor era insuportável, e os dois ali deitados como se fossem um casal de namorados em sua cabana no seio da floresta. Carinhosamente o rapaz passou a mão nas pernas da companheira, e ela tratou logo de tira-la, na defensiva.
Ela o fez de uma maneira, nem tão rápida demais para não parecer grosseira, e nem tão lenta para não demonstrar tão explicitamente. mas não pude deixar de registrar o ato de carinho, e nem tampouco o leve sorriso no rosto da mulher. "Da fêmea que controla e deixa ser controlada" deixei um leve sorriso aparecer em meu rosto e interpretei aquela tirada de mão como se ela dissesse: "Aqui não as pessoas estão olhando, agora não... Seu danadinho", mas ao mesmo tempo era como se ela dissesse: "Vai... não tira a mão daí não... Também quero..." com aquele jeito que só as mulheres sabem fazer.
Um pequeno gesto realizado por um casal de namorados, moradores de rua. Um pequeno gesto em meio a adversidade, um pequeno gesto de carinho, uma pequena demonstração de amor é capaz de mudar a paisagem. Onde havia um casal de sem tetos, vivendo na penúria total de suas vidas "sem sentido", mas capazes de amar. A necessidade de afeto, demonstrações de carinho é uma necessidade humana. Não importa quem você é, ou a qual grupo pertence.
O sol não é apenas um ponto amarelo na imensidão do firmamento. Mas o firmamento é grato por por ter um sol em seu "mundo". Assim como é grato pela luminosidade da lua que enfeita as noites escuras. Pus um sorriso no rosto e segui meu caminho...Deixei para trás o casal de enamorados que talvez não enxergasse a vida como eu enxergo... Mas algo nos unia... Algo nos fazia humanos e ao mesmo tempo deuses...No mistério da criação ri, no sol escaldante compreendi que os valores se consolidam nos pequenos gestos onde haja amor... E o que me unia aquele casal, que aos meus olhos eram tão diferentes e em uma situação tão adversa era a capacidade de amar....
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Time Out: O Sol Depois da Chuva
Senti-me
entediado com a situação que vinha enfrentando pra ser sincero cheguei a dizer
que estava um pouco infeliz... Cheguei a dizer que estava um tanto infeliz... Mas
que bobagem... Acabei dizendo logo em seguida... Pessoas infelizes têm fortes
tendências suicidas o que não era o meu caso.
Acredito que não estou atravessando um dos melhores momentos de minha
vida. O que apenas evidencia a minha
condição humana. Mas algo me incomodava profundamente , eu sabia exatamente o
que me incomodava, aborrecia. E me sentia impotente perante toda a situação que
se desenhava ao meu redor. Infeliz não era o termo certo, mas triste,
aborrecido sim. Afinal a nuvem cinza que começava a pairar sobre minha cabeça,
estava tomando proporções gigantescas. Quando a mente acredita, a alma chora, o
corpo e o coração padecem. E a sensação de que dias melhores virão simplesmente
desaparece... E tudo o que vemos, sentimos é cinza. A realidade é cinza nas
manhãs de verão, nas tardes de outono, nos sóis das primaveras ou nas noites de
inverno... Parecia que estava prestes a sucumbir... Desistir de lutar por
aquilo que acreditava ser o meu objetivo... Ou o que carinhosamente chamamos de
“sonhos”... Naquele exato dia decidir fazer uma coisa, que eu costumava fazer,
mas há um bom tempo não fazia. Naquele dia por sugestão da Anna cheguei em casa
e substitui a roupa de trabalho por um calção, uma camiseta e chinelos, não
levei celular e nada que pudesse interromper aquele momento. Era quase 22
horas, e decidi caminhar nas areias da praia de Copacabana. A lua dispensava os
refletores que iluminavam toda a praia. A primeira sensação agradável que senti
foi quando segurei o chinelo na mão e pisei na areia... Comecei a caminhar.... Caminhar....
Sentindo as areias acariciarem meus pés... As montanhas a minha volta, a linha
do horizonte. Cada vez que olhava e admirava a paisagem ao meu redor sentia- me
leve, esvaziava e recarregava sentimentos, energias. Inspirava a leve brisa,
entretanto não enchia apenas os meus pulmões, mas a minha alma de esperança. A
voz das ondas num incessante vai e vem harmônico. Comunicava com minha alma que
tudo tem o tempo certo, que elas precisavam daquele movimento para ser harmônicas.
Sendo regidas pelas leis da natureza, e mesmo a natureza quando se revolta
necessita de harmonia para expressar sua fúria. Naquela noite conversava comigo
mesmo e com a mãe natureza. A centelha mágica da criação divina. Enquanto
caminhava me senti tão bem fazendo parte da natureza. Saber que coisas tão
simples como uma caminhada na praia, um pequeno gesto me faria tão bem. Pois
nestas pequenas e simples coisas encontrei grandes respostas. Muitas vezes precisamos
apenas de um tempo conosco para nos entender melhor, renovar nossas energias e
saber que após a chuva sempre vem o sol.
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Carta Há Um Amigo Saudoso
Quando ele começou sabia desde o principio que ele não poderia durar muito, as vezes achamos que não acaba nunca...Outrora que passa muito rápido... Mas o fato é que ele dura exatamente o tempo necessário nem mais, nem menos. Sai naquela noite de minha casa sabendo que aquelas seriam as últimas vinte e quatro horas que passaria em sua companhia. E que já havia passado mais de 12 horas quando sai de minha casa. Restava pouco tempo... Tempo a ampulheta mágica que move o nosso mundo. O nosso maior inimigo e ao mesmo TEMPO o maior aliado. Essa dubiedade é a sua principal característica. Pensei nele como se ele nunca fosse deixar de existir, um filme passou em minha cabeça de todos os momentos que vivemos juntos, fiz uma retrospectiva mental, bons e maus momentos me vinham a cabeça. Procurei me concentrar nos bons, pois são eles que fazem toda a diferença em minha existência. Nos maus se contribuíram para algum tipo de aprendizado pensei neles com este intuito.
As horas passavam e poderia ler nos rostos que passavam por mim a mensagem de "tempos de esperança". Isso de certa forma me contagiava, energias positivas emanam das pessoas nestes tempos. Nossos corações se enchem de esperanças e transbordam bons sentimentos. Grandes expectativas são feitas, planos são traçados, e o desejo de vê-los realizados torna-se o "marco regulatório". Quando pensava em meus projetos pessoais minha mente divagava sobre as inúmeras possibilidades futuras que poderiam ocorrer...Mas de uma coisa eu tinha certeza grandes mudanças viriam com a partida daquele que me trouxe alegrias e tristezas, inocência e amadurecimento. Senti que já estava maduro o suficiente para correr atrás dos meus sonhos.
As horas passavam rapidamente, e com elas algumas de minhas convicções, e crenças também. Como se eu me renovasse também. Passasse por uma reciclagem. Era exatamente assim que estava me sentindo reciclando os meus momentos, a minha vida até aquele exato momento com ele. E do que eu queria para o futuro, quais as mudanças que gostaria de por em prática. Me orgulhando por ter caminhado lado a lado com ele durante um curto ou rápido período depende do ponto de vista. Me orgulhando dos acertos, aprendendo com os erros, no balanço geral senti que tinha valido a pena cada minuto ao seu lado. Meu coração se enchia de esperanças, a minha alma aguardava ansiosa, excitada por um momento ainda que cronológico, mas que simbolizava Novos Tempos.
Ele só tinha agora pouco menos de uma hora de vida. Eu estava feliz assim com a maioria das pessoas que conviveram com ele. Ele é, ou era muito popular. Bilhões de pessoas o conhecem no mundo inteiro. A cada ano ele renasce enchendo nossos corações com "boas novas". Pois é sempre assim que nos despedimos dele com alegria em nossos corações, e com a sensação de dever cumprido. Um ciclo precisa terminar para se iniciar outro. E foi assim que ele se foi... Completando o seu ciclo... E foi exatamente a meia noite que ele se foi.... Me despedi de 2012 e entrei em 2013 com as esperanças renovadas. Celebrando o fim do meu ciclo pessoal e o início de outro muito melhor... Estou prestes a me despedir novamente daquele que caminhei lado a lado este ano.... 2013 está chegando ao fim, levará consigo os preciosos momentos que vivemos, mas assim como um ciclo precisa fechar para iniciar outro, as minhas esperanças de dias melhores serão renovadas. Feliz Ano Novo!
As horas passavam e poderia ler nos rostos que passavam por mim a mensagem de "tempos de esperança". Isso de certa forma me contagiava, energias positivas emanam das pessoas nestes tempos. Nossos corações se enchem de esperanças e transbordam bons sentimentos. Grandes expectativas são feitas, planos são traçados, e o desejo de vê-los realizados torna-se o "marco regulatório". Quando pensava em meus projetos pessoais minha mente divagava sobre as inúmeras possibilidades futuras que poderiam ocorrer...Mas de uma coisa eu tinha certeza grandes mudanças viriam com a partida daquele que me trouxe alegrias e tristezas, inocência e amadurecimento. Senti que já estava maduro o suficiente para correr atrás dos meus sonhos.
As horas passavam rapidamente, e com elas algumas de minhas convicções, e crenças também. Como se eu me renovasse também. Passasse por uma reciclagem. Era exatamente assim que estava me sentindo reciclando os meus momentos, a minha vida até aquele exato momento com ele. E do que eu queria para o futuro, quais as mudanças que gostaria de por em prática. Me orgulhando por ter caminhado lado a lado com ele durante um curto ou rápido período depende do ponto de vista. Me orgulhando dos acertos, aprendendo com os erros, no balanço geral senti que tinha valido a pena cada minuto ao seu lado. Meu coração se enchia de esperanças, a minha alma aguardava ansiosa, excitada por um momento ainda que cronológico, mas que simbolizava Novos Tempos.
Ele só tinha agora pouco menos de uma hora de vida. Eu estava feliz assim com a maioria das pessoas que conviveram com ele. Ele é, ou era muito popular. Bilhões de pessoas o conhecem no mundo inteiro. A cada ano ele renasce enchendo nossos corações com "boas novas". Pois é sempre assim que nos despedimos dele com alegria em nossos corações, e com a sensação de dever cumprido. Um ciclo precisa terminar para se iniciar outro. E foi assim que ele se foi... Completando o seu ciclo... E foi exatamente a meia noite que ele se foi.... Me despedi de 2012 e entrei em 2013 com as esperanças renovadas. Celebrando o fim do meu ciclo pessoal e o início de outro muito melhor... Estou prestes a me despedir novamente daquele que caminhei lado a lado este ano.... 2013 está chegando ao fim, levará consigo os preciosos momentos que vivemos, mas assim como um ciclo precisa fechar para iniciar outro, as minhas esperanças de dias melhores serão renovadas. Feliz Ano Novo!
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Feliz Natal! ( Pequenos gestos e grandes atitudes )
Natal chegando e com ele as festas de fim de ano. Todos os anos os acontecimentos se repetem... Reunimos a família, trocamos presentes em amigos ocultos. Nos enchemos de um sentimento terno e passamos a entrar no clima da harmonia, paz e amor. Nossos sentimentos mais nobres se afloram nesta época do ano. Mas o que significa o natal? Será que realmente sabemos o que ele representa? O natal simboliza o nascimento de cristo, dependendo da fé de cada ser humano, religião e etc... Se pensarmos por um instante que é o nascimento de cristo e tempo de celebrar aquele que veio para interceder perante os cristãos. Cristo palavra que vem do grego que significa O UNGIDO, o termo grego seria tradução do termo hebraico que significa em português O MESSIAS.
A palavra geralmente é interpretada como o sobrenome de
Jesus por causa das várias menções a "Jesus Cristo" na Bíblia. A
palavra é, na verdade, um título, daí o seu uso tanto em ordem direta
"Jesus Cristo" como em ordem inversa "Cristo Jesus",
significando neste último O Ungido, Jesus. Os seguidores de Jesus são chamados
de cristãos porque acreditam que Jesus é o Cristo, ou Messias, sobre quem falam
as profecias da Tanakh (que os cristãos conhecem como Antigo Testamento). A
maioria dos judeus rejeitam essa reivindicação e ainda esperam a vinda do Cristo
. A maioria dos cristãos esperam pela Segunda vinda de Cristo quando acreditam
que Ele cumprirá o resto das profecias messiânicas.
A expressão "Jesus Cristo" surge várias vezes nos
escritos gregos da Bíblia, no Novo Testamento, e veio a tornar-se a forma
respeitosa como os cristãos se referem a Jesus, Homem Judeu que, segundo os
evangelhos, nasceu em Belém da Judeia e passou a maior parte da sua vida em
Nazaré, na Galileia, sendo por isso chamado, às vezes, de Jesus de Nazaré ou
Nazareno. O título Cristo, portanto, confere uma perspectiva religiosa à figura
histórica de Jesus.
Independente da fé de cada um, eu mesmo embora seja de família cristã, não me considero um homem religioso. Entretanto acredito na santíssima trindade. Se pensarmos que o natal celebra o nascimento de "Cristo Jesus", e pensarmos na grandeza de Jesus, O ungido. Pensaríamos talvez que o natal é tempo de amor, redenção, reflexão. Se porventura a pessoa não acredita no simbolo religioso, podemos pensar que é um nascimento. E tal fato geralmente é associado a benção... Que tal se pensarmos no natal como um nascimento de solidariedade, de companheirismo e de amor ao próximo. Que cada atitude nossa possa ser renovada, que encerra se um ciclo e um outro se inicia, mas sempre com a perspectiva de que seja muito melhor a partir de nossas ações e consciências.
Que tal se estendermos a data. já que é o nascimento de coisas positivas. Que tal se todos os dias do ano fizermos um natal? Ainda que seja pequeno. Que praticássemos o amor ao próximo a cada dia, desejando um bom dia como se fosse um "feliz natal", não esperássemos somente esta data para reunir a família e os amigos verdadeiros que são anjos que Deus coloca em nossos caminhos. Que deixássemos o stress em casa quando estivermos no transito ( sei que é difícil afinal o trânsito nas metrópoles e ESTRESSANTE) mas que tal aprender a conviver com isso, já que a solução parece distante e seu coração agradece.
Agradecer ao criador todos os dias por estar vivo e com saúde. Convido você querido leitor a fazer de cada dia da sua vida um pequeno e feliz natal. Que um ciclo de boas energias, otimismo, e amor ao próximo se renove a cada dia e nunca se esgote. Pequenos gestos, pequenas atitudes no dia a dia que farão grandes mudanças. Abençoar a vida para que ela nos abençoe.
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
Presente Ou Futuro? ( O Amanhã É Tão Distante...)
Devemos concentrar as nossas energias no presente...O presente é o único momento que realmente nos "pertence". Ele é a chave que nos conduz ao desconhecido que nós chamamos de futuro. Futuro...Palavra que exprime esperança, ou pelo menos deveria exprimir. Esperança no devir... A ideia de futuro nos dá a ideia de algo que seja ideal em nossas vidas. Mas o ideal será que existe? Gosto da ideia de Nietzsche de que o ideal não existe e de que o homem criou um mundo [imagem] para si muito maior do ele é, ou seja em outras palavras que o homem quis se tornar muito maior, não se dando conta da sua insignificância perante a grandeza do universo, da sua fragilidade em relação ao tempo. Talvez por isso passamos tanto tempo de nossas vidas acreditando no futuro... Depositando nele as nossas esperanças de dias melhores...Mas e se não fizermos isso... O que faremos então? Passaríamos a enxergar a vida tal qual ela é saindo da redoma que protege os nossos ideais, e deixaríamos de acreditar no Devir, na parte mágica de nossos ideias que carinhosamente chamamos de "sonhos".
Entretanto encararíamos o nosso presente de outra forma... Talvez ele se tornasse mais especial se pensássemos, ou melhor acredito que pensamos, mas não internalizamos este modelo de pensamento. De que a jóia rara, o elo perdido, a centelha magica de nossa existência consiste justamente naquilo que negamos diariamente... O PRESENTE.
Mas como seria se eu deixasse de acreditar por exemplo que o Brasil é o país do futuro? Teria uma visão menos romântica por assim dizer... Teria que aceitar o fato de que somos uma sociedade machista e preconceituosa naturalmente. Que nossos governantes "roubam mas fazem", já que todos vão roubar mesmo. Que o nosso "jeitinho" está tão enraizado em nossa cultura, que só reclamo quando é o outro que faz, mas quando eu pratico está tudo bem. Afinal sempre que tiver a oportunidade de "passar a perna em alguém tá valendo" desde que o contrario não aconteça. Quando o papa nossa santidade esteve no Brasil um amigo próximo me disse que a mesma coxinha que ele pagava em média R$ 3,00 estava custando R$ 10,00. Fui a praia um dia e assim que o dono da barraca percebeu que eu não era local me cobrou R$ 25,00 em uma cadeira e um guarda-sol que a maioria cobraria R$ 10 nos dois itens.... Mas não estou gostando deste quadro que estou pintando a realidade é muito cruel. Uma boa dose de utopia não faz mal a ninguém. Afinal somos o país do futuro!
E se eu entender e der o devido valor ao meu presente. Chegaria a conclusão de que ele é a chave de todos os meus "sonhos". Faria tudo o que teria que ser feito hoje. Diria a todos as pessoas que amo o quanto as amo e o quanto elas são importantes pra mim. faria o meu trabalho tão necessário em minha singela existência da melhor maneira possível hoje. Tomaria uma única decisão diferente daquilo que faço todos os dias hoje. Ao dormir sentiria-me como se estivesse morto e renasceria todas as manhãs sabendo que só tinha aquele momento. Ao fim de cada dia uma morte, e no início de cada manhã um renascimento. Mas por outro lado a vida perderia o "encanto", pois ainda sou partidário do modelo de pensamento que acredita no amanhã como uma possibilidade de melhoria. A diferença é que hoje tenho consciência de que quero um pouco de utopia em minha vida... Quero me enganar um pouquinho, tornando a vida mais doce, beber a doce ilusão que enfeita minha existência...Certamente AMANHÃ será muito melhor! E que Deus nos abençoe!
Entretanto encararíamos o nosso presente de outra forma... Talvez ele se tornasse mais especial se pensássemos, ou melhor acredito que pensamos, mas não internalizamos este modelo de pensamento. De que a jóia rara, o elo perdido, a centelha magica de nossa existência consiste justamente naquilo que negamos diariamente... O PRESENTE.
Mas como seria se eu deixasse de acreditar por exemplo que o Brasil é o país do futuro? Teria uma visão menos romântica por assim dizer... Teria que aceitar o fato de que somos uma sociedade machista e preconceituosa naturalmente. Que nossos governantes "roubam mas fazem", já que todos vão roubar mesmo. Que o nosso "jeitinho" está tão enraizado em nossa cultura, que só reclamo quando é o outro que faz, mas quando eu pratico está tudo bem. Afinal sempre que tiver a oportunidade de "passar a perna em alguém tá valendo" desde que o contrario não aconteça. Quando o papa nossa santidade esteve no Brasil um amigo próximo me disse que a mesma coxinha que ele pagava em média R$ 3,00 estava custando R$ 10,00. Fui a praia um dia e assim que o dono da barraca percebeu que eu não era local me cobrou R$ 25,00 em uma cadeira e um guarda-sol que a maioria cobraria R$ 10 nos dois itens.... Mas não estou gostando deste quadro que estou pintando a realidade é muito cruel. Uma boa dose de utopia não faz mal a ninguém. Afinal somos o país do futuro!
E se eu entender e der o devido valor ao meu presente. Chegaria a conclusão de que ele é a chave de todos os meus "sonhos". Faria tudo o que teria que ser feito hoje. Diria a todos as pessoas que amo o quanto as amo e o quanto elas são importantes pra mim. faria o meu trabalho tão necessário em minha singela existência da melhor maneira possível hoje. Tomaria uma única decisão diferente daquilo que faço todos os dias hoje. Ao dormir sentiria-me como se estivesse morto e renasceria todas as manhãs sabendo que só tinha aquele momento. Ao fim de cada dia uma morte, e no início de cada manhã um renascimento. Mas por outro lado a vida perderia o "encanto", pois ainda sou partidário do modelo de pensamento que acredita no amanhã como uma possibilidade de melhoria. A diferença é que hoje tenho consciência de que quero um pouco de utopia em minha vida... Quero me enganar um pouquinho, tornando a vida mais doce, beber a doce ilusão que enfeita minha existência...Certamente AMANHÃ será muito melhor! E que Deus nos abençoe!
sábado, 14 de dezembro de 2013
Seres Invisíveis?
Hoje antes de ir para o trabalho passei em frente a um casal que dorme todos as noites na rua embaixo da marquise no prédio em que moro. E logo mais a frente encontrei dois homens jovens que também dormem embaixo de marquise próximo a um supermercado e um renomado banco os vejo todos os dias, porque é o caminho que faço para ir ao trabalho. E todas as vezes que vejo estas pessoas confesso que me sinto mal. Não diria que sinto pena, pois acredito que ser digno de pena é das piores coisas que se possa sentir por um ser humano. Também nem tento entender as razões que levam um ser humano a fazer da rua sua morada. Pois acabaria entrando no complexo universo humano, e que muitas vezes nem sempre os fins justificam os meios. Cada um tem seus próprios motivos, e razões para viver como bem entende....? Mas me pergunto quem em sã consciência moraria numa rua? Se é que posso assim dizer, sem correr o risco de ser chamado de preconceituoso, coisa que abomino e a cada dia se existe algum resquício dentro de mim que eu perceba trato logo de tentar eliminar. Não sinto pena, mas me compadeço, todos os dias olho para eles e uma sensação um tanto incomoda me vem. Penso neles como seres humanos que estão ali expostos as intempéries da natureza, os observo sem que eles me notem. E assim como a maioria das pessoas passo por eles como se eles simplesmente fossem invisíveis. Mas eles estão lá? Ou será que não? Talvez seja apenas uma ilusão da minha cabeça. Já que eles não são nem números para o estado. Acho lamentável que um ser humano não tenha o minimo direito, ou a necessidade básica de um cidadão. Direito a moradia... Afinal o direito a moradia deveria como esta na constituição ser um dever do estado. A falta de moradia não é só um problema histórico,mas a falta de politicas públicas com esta finalidade que sempre foi substituída por uma politica de interesses individuais aumenta a cada dia o deficit de moradia no país.
O direito à moradia digna foi reconhecido e implantado como pressuposto para a dignidade da pessoa humana, desde 1948, com a Declaração Universal dos Direitos Humanos e, foi recepcionado e propagado na Constituição Federal de 1988, por advento da Emenda Constitucional nº 26/00, em seu artigo 6º, caput.
O direito à moradia digna foi reconhecido e implantado como pressuposto para a dignidade da pessoa humana, desde 1948, com a Declaração Universal dos Direitos Humanos e, foi recepcionado e propagado na Constituição Federal de 1988, por advento da Emenda Constitucional nº 26/00, em seu artigo 6º, caput.
“Art. 6º São
direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a
moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à
maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta
Constituição.”
Talvez nem seja o momento para falar deste assunto neste blog não é mesmo? Temos coisas mais importantes a dizer como a Copa do Mundo que está vindo aí. Mas antes temos as festas de fim de ano, o carnaval que está logo aí. Não tenho a solução para este problema, e nem tampouco condeno festas. Aliás elas servem pra gente extravasar, naquele momento esquecemos de todos os problemas. Poderia existir festas sempre né. Assim todos os meus problemas seriam "esquecidos" ou empurrados para embaixo do tapete. Sim eu os enxergo todos os dias quando vou ao trabalho e me compadeço embora não possa fazer muita coisa. Faço aquilo que aprendi a fazer desde criança. Faço uma oração e peço a Deus que cuide destas pobres almas.
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Caminhos (elos, laços e conexões que só a arte é capaz )
No começo é o desconhecido... Como tudo que
se inicia nunca sabemos aonde vai dar... Começamos com as melhores
expectativas, e acreditamos que à medida que o tempo vai passando e as pessoas
vão se conhecendo melhor a tendência é que as coisas se encaminhem bem,
melhorem e com isso o relacionamento entre elas. O que nem sempre acontece. Muitas
vezes em um grupo de pessoas acontece exatamente o contrário. Quando mais se
conhecem, mais se detestam. O que de certa forma é até natural quando se trata
do complexo, delicado e frágil universo humano.
Conheci um grupo de pessoas em curso que se
tornaram inesquecíveis em minha singela existência. Pessoas totalmente
diferentes, com profissões tão antagônicas, mas em busca de um objetivo comum.
Um sonho que pulsa no coração de cada um de nós. O amor pela arte, o amor pelas
pessoas, pois a arte é sinônimo de pessoas, gente... Que ama, sofre, ri,
idealiza, constrói... Direta ou indiretamente contribuímos um na cena do outro.
Desde o simples fato de assistir em silêncio, prestando atenção em cada detalhe
da atuação do colega, aprendendo durante os ensaios. Dando dicas tentando
ajudar da melhor forma possível. Superando nossas dificuldades, e ao mesmo
tempo nos descontraindo sempre juntos. A cada aniversário que nos reuníamos ali
na cantina da escola, dizíamos um ao outro o quanto cada membro deste grupo é
importante. Além de estudar o que sempre quis, de estar realizando um sonho de
criança, vocês me fizeram sentir em casa. O que ameniza a saudade que sinto dos
meus. A arte nos uniu num laço eterno que nem o tempo será capaz de apagar.
Este laço construído pela arte é eterno, porque tudo nesta vida morre, mas a
arte não. Só quero dizer a vocês o meu MUUUUUIIIIIIITOOOOOO OBRIGADOOOO!!
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Nas Areias Do Tempo ( Um Doce Sorriso )
Quando nos lembramos de você. Vem-nos
a mente o seu sorriso encantador. Um sorriso espontâneo que cativava todos ao
seu redor. Que demonstrava o amor que sentia pela vida, pelas pessoas. A
simplicidade de um coração que tinha muita vontade de viver, muitos sonhos a
realizar... E foram precocemente interrompidos nesta tragédia fatal. Sim
precoce, porque embora não possamos julgar os desígnios de Deus nunca nos
conformaremos com tamanha perda. Que deixa um vazio, uma dor indescritível... E
uma saudade que começa no momento da perda e não sabemos onde vai parar... A
única coisa que sabemos é que é uma saudade dolorosa, pois ainda que as boas
lembranças venham, elas virão sempre com o saber amargo da ausência. Ah Menina,
tão jovem e cheia de vida! E de um coração cheio de amor. Pois somente um
coração cheio de amor era capaz de cuidar dos seus gatinhos com tanta
dedicação, carinho e amor... E cada momento vivido ao seu lado a partir de
agora será uma dolorosa e ao mesmo tempo preciosa lembrança. Todos nós que
tivemos o privilegio de dividir ainda que rapidamente um momento contigo,
possamos ajudar uns aos outros neste momento tão difícil. E que na dor possamos
encontrar forças em nosso Deus todo poderoso para sorrir, e lembrar da nossa querida amiga com alegria, sorrindo como ela gostava de fazer tão naturalmente. E
cheios de amor uns pelos outros, e pelos animais assim como ela os adorava em
especial os gatos. Os passos da nossa querida e saudosa amiga já foram
apagados pela mão do destino nesta existência, numa fatalidade que nunca
conseguiremos explicar... Mas suas pegadas estão vivas na memória e no coração
de cada um de nós... O vento já apagou os seus passos nas areias deste belo lugar...
E o transformou nas águas, nas areias, nas montanhas, nas ruas, e em cada curva
desta terra. Em cada canto que olharmos lembraremos de você sorrindo, é essa
imagem que guardaremos... Você jovem, bela e sorrindo, cumprindo a missão para
qual foi chamada ao lado de Deus. Você não morreu continua viva em nossos
corações e em nossas consciências.
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